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“Somos realmente, por poucos momentos, o próprio ser primitivo, sentindo seu desenfreado desejo e prazer de existência. A luta, a dor, a destruição dos fenômenos se nos apresentam como necessárias, em vista do excesso de inúmeras formas de existência, que se apressam para tomar parte da vida, em virtude da demasiada fecundidade da vontade do mundo; vemos-nos transpassados pelo aguilhão furioso destas dores no momento em que nos tornamos uno com o imenso prazer primitivo na existência e em que pressentimos a inquebratabilidade e a eternidade deste prazer em encanto dionisíaco. Apesar do medo e da compaixão, somos os que vivem ditosamente, não como indivíduos, mas sim como o uno vivente, com cuja prolificidade nós nos fundimos.”

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Frederich Nietzsche

1 comment
  1. Elisa said:

    La verdad es que amamos la vida, no porque estemos acostumbrados a ella, sino porque estamos acostumbrados al amor.

    Frederich Nietzsche

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