homens de barba

Ao som dos atabaques, ecoa o sertanejo de Euclides vivo, presente em suas obras.

Consegue despertar em uníssono o encanto do artista.

Almas gêmeas, coro, respiração, arrepio….

Vontade de ser o artista que transborda emoções e emerge do anonimato.

Feliz dos que participaram,

Feliz dos que viram,

Feliz dos que sentiram,

Feliz…

O canto de Euclides, o seu empalidecer.

A procissão, o trem, a alegria, a paixão dos violinos chorando pelos atabaques, a santa e a sua voz…

Euclides! Chamado pelo cavaleiro, que envolto em tochas refletia no mar de corpo presente no artista.

A pedra do cirandeiro refletiu mais do que o sol e mais do que a lua.

E que lua!

A chuva não molhou o sertanejo, mas a lágrima chegou perto, participando dessa vontade intensa dos homens, que de barba, fizeram acontecer no solo de Parati.

Perdeu quem não viu, deixou cair, não viveu, morreu um pouquinho.

Sheila Zelma

04/07/09

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