Reunião Fundação de Cultura

Essa semana nos reunimos com o Superintendente da Fundação de Cultura de Barra Mansa, o Sr. Cláudio Chiesse, para tratarmos das possibilidades até então ventiladas para a Ocupação da Sala de Espetáculos Tulhas do Café.

 

Sala Preta na reunião com o Superintendente da Fundação Municipal de Cultura sobre a ocupação da Sala de Espetáculo Tulhas do Café.

Sala Preta na reunião com o Superintendente da Fundação Municipal de Cultura sobre a ocupação da Sala de Espetáculo Tulhas do Café.

 

Para lembrar aos que chegaram agora, é o seguinte. Essa sala foi construida num dos galpões do antigo Tiro de Guerra, ou o quartel, onde hoje é o Parque da Cidade.  A verba para esta obra foi repassada pelo PADEC – Programa de Desenvolvimento Cultural dos Municipios da Secretaria Estadual de Cultura do RJ.
Faz parte da história recente daquele espaço, que o Parque da Cidade foi adquirido pela Prefeitura Municipal de Cultura no governo do Prefeito Roosevelt Brasil com o objetivo de ser um parque cultural e esportivo da cidade. Até hoje a única atividade artistica (e convenhamos bem expressiva), é a saudosa Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. O restante do parque está ocupado pelos carros de toda a frota da prefeitura, a sede da Guarda Municipal entre outros departamentos técnico-administrativo-burocráticos. Quer dizer. Pouco havia avançado à ocupação daquele espaço como realmente deveria.

Para ser mais justo, há uma parca e precária ocupação do movimento do Carnaval da cidade. Mas, com pouca estrutura e investimento.

Mas, em 2010, o Sala Preta começou a ocupar aquele espaço. Começamos pelo Galpão conhecido como Pequenos Animais para a produção do espetáculo Nasce Uma Cidade. Sobre essa história, é possível ler aqui (http://www.olhovivo.ca/arte-e-cultura/173/um-espaco-fisico-para-o-teatro-de-barra-mansa/)

A coisa se desenrolou, obra aconteceu e estamos prestes à inaugurar aquele espaço lindo, novo, bonito, funcional, e versátil. Uma conquista de um coletivo de coletivos, de artistas, professores e admiradores da coisa pública!

 

Visão panorâmica da sala principal do Tulhas do Café. Ainda há espaço para cabine técnica, sala para ateliê, sala para oficinas e cursos, camarins, café, administração, banheiros acessíveis, cozinha e dois foyeres, portanto duas entradas possíveis.

Visão panorâmica da sala principal do Tulhas do Café. Ainda há espaço para cabine técnica, sala para ateliê, sala para oficinas e cursos, camarins, café, administração, banheiros acessíveis, cozinha e dois foyeres, portanto duas entradas possíveis.

 

Mais um passo foi dado para a democartização da ocupação de um espaço público. Uma política há muito buscada por grupos artísticos de todo o país. Aqui também brigamos armados com nossos narizes vermelhos e conquistamos nossos lugares. A coisa tá andando!

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